Mostrando postagens com marcador Consciência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Consciência. Mostrar todas as postagens

Perguntinhas básicas

15 de dez. de 2009 by Mari Craveiro
Cheguei até o blog do Seth Godin via twitter do ideas4rent e me deparei com algumas perguntinhas bem interessantes, que podem muito bem extrapolar ao campo do trabalho e serem aplicadas em várias situações:

Who are you trying to please?
Quem você quer agradar?
What are you promising?
O que você está prometendo?
How much money are you trying to make?
Quanto dinheiro você quer ganhar?
How much freedom are you willing to trade for opportunity?
Quanto da sua liberdade você quer dar em troca de uma oportunidade?
What are you trying to change?
O que você quer mudar?
What do you want people to say about you?
O que você quer que as pessoas digam de você?
Which people?
Que pessoas?
Do we care about you?
Alguém se importa com você?
(and after each answer, ask 'why?')
(e depois de cada resposta, pergunte "Por que?")

Bye.
Posted in Marcadores: , | 0 Comments »

Por que?

2 de dez. de 2009 by Mari Craveiro
Tá rolando um evento muito legal em São Francisco, chamado Supernova Hub. Acontece desde 2002 e discute as transformações que estão ocorrendo desde que entramos na Network Age (tradução boa alguém?). Um dos palestrantes ontem, Peter Guber (produtor de Rain Man e The Color Purple, entre outros), colocou uma questão que me chamou a atenção e que tem tudo a ver com o momento: o foco na pergunta, ao invés da resposta.

'Learn to venerate questions, not answers', 'What if' is the new 'how to'. Como bem traduziu o Jura Craveiro no twitter ontem 'temos que deixar de lado o anseio por certezas, trocar o how to por what if, cultuar perguntas, não respostas...UAU'. É isso mesmo. Eu passei muito tempo querendo mostrar que sabia muita coisa e me angustio muito quando preciso de respostas, seja no trabalho ou nas questões pessoais. Mas hoje, super reconheço que foi me fazendo as perguntas certas que eu consegui desenvolver coisas muito importantes no trabalho e dentro de mim. Adoro uma reunião justamente por isso, porque com várias cabeças, fazer perguntas acaba sendo muito produtivo.

Dentro da Kabalah se fala muito isso também: é essencial aprender a se fazer a pergunta que realmente importa a cada momento, aquela que vai fazer você se questionar e ir fundo, mas sabendo sempre que 'não tem pergunta certa' e sim a pergunta que é a verdadeira pra você. Por que eu reagi assim ? Qual meu interesse nisso ? O que eu quero de verdade ? E por aí vai.

Foi por isso que fiquei pensando no que o tal Guber falou ontem, nessa conferência, pra um monte de gente importante e que está reverberando por aí, justamente porque estamos na Network Age. Lindo seria se essa corrente de conteúdo relevante e retro-referências que se forma via redes sociais também conseguisse atingir outros níveis de interesse das pessoas, fazendo com que questões como essa fossem expandidas para o 'trabalho interno' e realmente aplicadas na prática, deixando de ser apenas teorias. Bye :)







Posted in Marcadores: , , | 1 Comment »

Mundinho difícil esse

1 de dez. de 2009 by Mari Craveiro
Cada vez mais me pergunto aonde vamos parar. A distância entre o verdadeiro nas pessoas e a sua projeção, em diversos planos, está se tornando um negócio fora do normal. A massa de manobra na qual se transformou parcela imensa dos terráqueos (poucos humanos, diria eu) é bem preocupante. Ninguém quer pensar muito nem questionar sobre o sistema, os valores, os sonhos, a morte, a vida e um montão de coisas mais. O que importa é ter um manual, um guia de "como" se deve fazer isso ou aquilo. Dogmas pra cá, dogmas pra lá e vamos nelson.
Quanto mais donos da verdade e oradores seguros os tais "líderes carismáticos" se tornam, mais seguidores conquistam. Macedos, Estevans, igrejas, cultos, preconceitos; e a liberdade de expressão se volta contra o feiticeiro.
Enquanto isso a rede, a teia, a névoa que nos prende vai avançando lentamente, dia após dia. Se você não se lembrar de lembrar que precisa ficar atento para se libertar das amarras, mais elas se aprofundam no teu cotidiano. Por isso a necessidade de ser um exercício diário. Escrever, portanto, é um exercício. Vamos ver com que frequência eu consigo me libertar. :) Bye
Posted in Marcadores: , | 7 Comments »